A Fiat lançou uma edição especial do Punto Evo (que deve chegar ao Brasil no segundo semestre) chamada de Punto 150, para comemorar os 150 anos de unificação da Itália. O modelo que começa a ser vendido no próximo mês se difere dos demais pela grade em formato de colméia, as rodas de liga-leve em dois tons, pintura especial na cor Azzurro Italia e o símbolo comemorativo com a inscrição "Itália 150" nas colunas B.
Como se esperava, serão produzidas 150 unidades do Punto todas oferecidas com ar-condicionado, radio com Mp3 player e luzes de neblina. Sob o capô serão três opções de motor, a 1.2 l de 69 cv e a 1.4 l de 77 cv a gasolina e um terceiro motor 1.3 l Multijet II de 75 cv de potência movido a diesel. Todos os motores vem equipados com sistema start-stop e haverá uma versão do 1.4 l que pode rodar com gasolina ou GLP, mas entrega 7 cv a menos. A Fiat não confirmou se todas as unidades serão vendidas apenas na Itália ou em toda Europa.
Fiat Punto comemora os 150 anos da Itália
Fiat Punto comemora os 150 anos da Itália
A Fiat lançou uma edição especial do Punto Evo (que deve chegar ao Brasil no segundo semestre) chamada de Punto 150, para comemorar os 150 anos de unificação da Itália. O modelo que começa a ser vendido no próximo mês se difere dos demais pela grade em formato de colméia, as rodas de liga-leve em dois tons, pintura especial na cor Azzurro Italia e o símbolo comemorativo com a inscrição "Itália 150" nas colunas B.
Como se esperava, serão produzidas 150 unidades do Punto todas oferecidas com ar-condicionado, radio com Mp3 player e luzes de neblina. Sob o capô serão três opções de motor, a 1.2 l de 69 cv e a 1.4 l de 77 cv a gasolina e um terceiro motor 1.3 l Multijet II de 75 cv de potência movido a diesel. Todos os motores vem equipados com sistema start-stop e haverá uma versão do 1.4 l que pode rodar com gasolina ou GLP, mas entrega 7 cv a menos. A Fiat não confirmou se todas as unidades serão vendidas apenas na Itália ou em toda Europa.
Avaliação: Ferrari 599 GTO
Hoje, 26 anos depois que a última GTO apareceu na capa da CAR Magazine, piloto sua sucessora, a 599 GTO, primeiro na estrada, depois no autódromo. Terei telemetria, engenheiro de pista, técnicos avaliando a temperatura dos pneus, óleo, hidráulica e homens que a limparão a cada parada, com dezenas de panos e produtos com cheirinho de coisas caras. Terei também uma pista totalmente à disposição, Mugello, que não conheço, mas ouvi dizer que é de alta velocidade.
As duas primeiras GTOs – 250 GTO de 1962 e 288 GTO de 1985 – eram, como o nome Omologata (homologada em português) sugere, modelos para homologação em competições de GT e Grupo B, respectivamente. A 599 GTO traz esta herança das pistas, sendo uma evolução da 599 GTB de 2006, mas nunca alinhará em nenhum grid de largada, mesmo tendo muita coisa em comum com a 599XX, esta sim, feita exclusivamente para competições, um verdadeiro protótipo baseado na 599 GTB com poucos exemplares fabricados, que estão na mãos de colecionadores que as usam em eventos especiais, como a Ferrari Track Day, vendidas por cerca de R$ 2,7 milhões cada, na Europa.
A GTO de 2010 não é realmente uma homologação especial porque não há categoria onde poderia se enquadrar, no entanto, não permanece tão fiel ao conceito GTO devido seu retrabalho radical na carroceria, transmissão, freios e rodas, tudo diferente.
O que você terá de especial que valha os R$ 250 mil a mais do que pagaria numa 599 GTB? A Ferrari diz que o V12 de 6.0 litros tem 95% dos componentes comuns com a 599XX. Em comparação com a 599 GTB, há novos pistões e bielas, a perda com atrito caiu 12% e um novo sistema de admissão otimiza as respostas. Há também o escapamento mais leve com dois coletores tipo seis-em-um que ao contrário da 599XX, carregam dois catalisadores, que atendem as normas Euro 5 de emissões.
Os discos de freio de cerâmica são os mesmos, mas as novas pastilhas desenvolvidas pela Brembo são mais eficientes, com grande capacidade de frenagem, sem peso adicional. A suspensão adaptativa é eficiente e os pneus Michelin são mais duros e adequados a uso normal, com reforços na banda lateral e mais largos: 20 pol. A distribuição de peso foi refeita, melhorando a tendência ao subesterço.
A caixa de câmbio permanece manual de seis marchas sem embreagem dupla, mas as trocas são rápidas, feitas entre 60 e 100 milissegundos, parece pouco, mas faz uma grande diferença. Finalmente, um radical programa de corte de peso fez a GTO perder 100 kg em relação à GTB e são 57 os cavalos a mais em relação à Enzo, totalizando 661 cv aqui. Sem dúvida é uma máquina de respeito.
Ajustei o despertador para as 6h30, mas às 5 da manhã as borboletas já estavam voando no estômago e a adrenalina já conspirava contra qualquer chance de sono. Os olhos estavam abertos e a mente tentava prever o que aconteceria dali a uns 90 minutos. Saímos do hotel às 7h30 e entramos pelos portões de Mugello até chegarmos a um motorhome de F1 cercado de GTOs por todos os lados. Sinto-me como Felipe Massa chegando para mais um final de semana de trabalho.
A ocasião, bem como o privilégio de estar ali são intimidadores. Um mecânico liga um dos carros. Ele solta um estouro e mostra vida através de um ronco que lembra um lobo raivoso, enquanto o mecânico começa um ritual de aceleração para que a temperatura atinja o normal. É um ronco que lembra o V8 da 430 Scuderia de 2007, uma versão brava da F430. O V12 continua roncando.
Os carros são magníficos - a postura, as pinturas vermelhas, os detalhes em cinza fosco, as agressivas rodas pretas, para-choques e soleiras maiores. Mesmo que você se esqueça momentaneamente das maravilhas tecnológicas embarcadas não consegue deixar de lado seu estilo maravilhoso e evoluído. Não acho que exista outro carro que combine os traços contraditórios da brutalidade de um carro de corrida com a sensualidade de forma tão poética.
Você se lembra da Scuderia quando abre a porta do motorista. O painel, forração das portas e console central receberam revestimento em fibra de carbono e Alcantara, os tapetes lembram bandeiras quadriculadas. Os assentos são mais estreitos e esportivos que os da GTB, com aplicação de Alcantara nas laterais - que ajuda a firmar o corpo – e suas faixas centrais foram recobertas com um tecido técnico tramado como honeycomb, que economiza peso. Eles não são tão luxuosos quanto os da GTB e os ajustes têm que ser feitos à mão, para frente e para trás, mais o encosto, nada mais. Mas os 17 kg que economizam valem a pena.
Uma semana antes do lançamento da GTO tive a chance de dirigir um 599 GTB. É um “gran turismo” sensacional, mas tem seus pecados: o ronco decepciona - é unidimensional - as trocas de marcha são pesadas e quando você realmente exige-a a fundo, o chassi parece não acompanhar sua performance estupenda. A direção é muito leve e passa certa insegurança, você não se sente tão no controle como deveria.
Não preciso sair da área de paddock em Mugello para sentir as profundas transformações operadas na 599 GTO. A direção já denuncia que está mais pesada, tátil, o câmbio mais rápido e o carro se mostra mais firme, respondendo a qualquer ordem.
Andando entre as montanhas da região da Toscana, a GTO rasga retas e faz curvas com precisão. O acelerador trabalha com energia, como que fosse o maestro desta sinfonia, o pedal de freio responde instantaneamente e mostra que o carro tem freio de sobra. A direção, conforme a primeira sensação, reage com incrível rapidez ao menor movimento.
Também muito bom é o comportamento do chassi, neutro e sem nenhuma sombra de tendência a escapar de frente, mesmo quando provocado, também graças ao Manettino no volante, onde selecionam-se os programas de suspensão, caixa de câmbio, ABS, controle de tração e definições de estabilidade - você tem um controle muito preciso sobre as saídas de traseira. Em estradas como esta, você evitará as duas primeiras opções indo diretamente para a Race. Faça isso e você sente a intervenção do sistema, mas sem aquela incômoda presença que atua nas curvas, tirando o prazer de dirigir de qualquer mortal, como acontece na maioria dos esportivos. Aqui a intervenção do sistema é sutil. Mas se a ideia é ver a traseira escapando para garantir a diversão, desligue-o.
Mais diversão ainda? Com o seletor em CT, o controle de tração é desligado, o que já é divertido, em CST, controle de tração e de estabilidade são desativados. Lembre-se, você tem 661 cv à disposição no pé direito e assim você é quem manda. Nessa condição a direção tem papel estratégico, você verá suas mãos na lúdica posição “quinze para as três” com os braços cruzados, garantia de bons momentos em curvas lentas. Controlar a GTO não é o drama que talvez pareça.
As melhorias não param por aí. Nessas estradas lisas percebe-se o bom comprometimento da suspensão magnética, perfeitamente calibrada, assim como na Scuderia. As trocas de marcha são muito melhores, rápidas e brutais, como apenas um câmbio manual pode proporcionar. O motor V12 se mostra mais presente do que as primeiras impressões sugerem, respondendo rapidamente em todas as faixas. Você só desfrutará deste mar de torque quando colocá-lo na estrada.
Andando devagar o motor parece uma fera prestes a atacar, solta grunhidos roucos. Ele vence a inércia instantaneamente e se você não usa mais de 5.000 rpm, não entra na faixa para qual foi desenhado. É como ter Ganso e Neymar no banco de reservas com Júlio Baptista e Gilberto Silva em campo, um desperdício. Além dos 5.000 rpm há uma evolução, pelo menos Ganso entrou no lugar de Baptista e o meio campo começa a mostrar eficiência e o ronco é mais agudo, mais assustador. Suba para a faixa vermelha do conta-giros a 8.500 rpm e ouça um Fórmula 1, não preciso dizer mais nada. Suas mãos ficam trêmulas e agarram o volante com força, os olhos arregalam e o rosto fica endurecido. Você puxa a borboleta de fibra de carbono e a troca de marcha é feroz, acompanhada de um estampido. Precisamos de espaço para fazer isso de novo.
Os moradores nas pequenas cidades cortadas pela estrada adoram. Motociclistas acenam, mulheres não tiram os olhos e senhores fazem sinais de positivo de suas varandas, motoristas de vans nos dão passagem, não apenas ligando a seta, mas colocando o braço totalmente para fora, pedindo para que passemos fazendo o maior barulho possível. Depois piscam os faróis atrás de nós, um barato esses italianos.
Falhas são poucas, mas elas existem. Depois de algum tempo e de várias trocas, o câmbio muda de comportamento, fica lento como um automático. Pisar fundo já não tem a mesma resposta e como o carro não tem o sistema “hill-hold” (assistência para arrancar em subidas), a embreagem sofre e o cheiro de disco queimado vira companhia constante.
Mas não há motivo para condená-lo. O câmbio de seis marchas tem ótima relação e comportamento adequado, mas com embreagem convencional, pode perder algumas trocas em altas rotações, requer cuidado, apesar de ter programação para não mudar se o regime de rotação não for correto. Mas na verdade, funciona melhor quando tratado meramente como um manual.
Ao contrário da Scuderia, aqui não é possível combinar um programa de estabilidade confortável com a caixa de câmbio em programa esportivo. Ok, isso realmente não importa, porque o carro é destinado principalmente para desempenho, mas esta opção não seria totalmente inútil, principalmente em estradas com piso ruim.
Para finalizar, depois de centenas de trocas marchas nessas estradas estreitas e sinuosas, eu e o câmbio estamos cansados. Com suas dimensões, peso e as colunas dianteiras que atrapalham a visibilidade, sua confiança é colocada à prova.
A Ferrari admite que a GTO não é um carro ideal para uso intensivo – qual Ferrari é? - sublinhando que se trata de um conceito muito diferente da GTB. Mas no final, funciona muito bem na estrada, porém, nas pistas ela se sente em seu habitat, ali ela é simplesmente fenomenal.
Sua frente bicuda sugere que se ela sair de frente você estará em maus lençóis - contrário da GTO, cuja reação automática é de escapar de traseira, como Michael Schumacher adorava. Requer cuidados. Pela primeira vez a Ferrari desenvolveu o hardware em conjunto com seu software de controle de estabilidade, ao invés de instalá-lo depois. Isso significa que esta GTO foi criada para eficiência máxima (frente colada e traseira mais solta), enquanto o software proporciona a melhor experiência de direção possível aos diferentes tipos de motorista, através das cinco configurações do Manettino.
A primeira vez que você estica a terceira marcha numa GTO e vê os cinco LEDs acesos no alto do volante e depois repete isso em quarta e quinta na reta cega de Mugello, nunca mais vai esquecer esse momento. O carro engole a reta e na hora da freada para a curva lenta à direita no final, você sente a traseira escapar suavemente, dando a impressão que o muro do lado esquerdo da pista está perigosamente próximo. Mas basta modular o freio, reduzir na borboleta mantendo-a pressionada que o câmbio reduz a quantidade certa de marchas. Essas reduções são acompanhadas dos giros do motor controlados eletronicamente. Reduções a 8.000 rpm? Sem problemas. Quarta, terceira, segunda! Uau, demais!
Depois da reta de Mugello você tem que dosar o acelerador na sequência de curvas em zigue-zague para não perder tempo com escapadas desnecessárias, afinal, como dizem os melhores pilotos: o tempo vem com o carro alinhado, escorregar, andar de lado só freia, atrasa a volta. Mas como se trata de um carro muito rápido, não é difícil conduzi-lo no limite e no final, estará mais rápido do que parece.
Completei quatro voltas rápidas, muito pouco na minha opinião, ficaria aqui o dia inteiro, ou até morrer de inanição, sem dúvida, mas vejo um cara de jaqueta vermelha sinalizar para eu voltar ao Box e rapidamente estamos olhando um monitor na tenda armada à beira da pista.
Para leigos como eu, entender um gráfico de telemetria é como entender um mapa do metrô de Tóquio, mas aos poucos e com ajuda de quem entende, vou decifrando o resultado. Percebo que perco tempo com golpes desnecessários na direção quando tento andar mais rápido e nas voltas em que dirigi com mais suavidade, apesar de achar que estava lento, na verdade fui mais rápido, prova da teoria dos melhores pilotos. O engenheiro de pista compara meu gráfico ao do piloto Marc Gené, que acelera fundo quase o tempo todo, confiando no controle de tração, onde eu fico “telegrafando” no acelerador e perdendo tempo. Leva tempo para confiar totalmente nos chips de silício.
Disseram-me que Gené faz 2´11”, a melhor em 2min 10s, e eu virei em 2min 13s. Andando com ele, no banco do passageiro, percebo o quanto ele é melhor que eu, tem uma pilotagem limpa, não briga com o carro e certamente viraria mais rápido se fosse necessário. Mas fiquei imensamente feliz de ter tomado 3 s dele, para mim foi uma honra depois de quatro voltas.
E então, de repente a ilusão se foi. Por algumas horas fui proprietário de um conjunto de chaves de R$ 810 mil, pilotei em meu autódromo particular e me senti um milionário Não foi nada difícil se adaptar a tudo isso. Mas depois, o que ganho é uma carona até o aeroporto em um micro-ônibus para ver-me com a cabeça encostada na janela da classe econômica de um Boeing 737 e lembrar que todas as 599 GTOs já foram vendidas.
A terceira geração do GTO é brilhante, mas viver com ela é viver sob provocação o tempo todo.
Preço na Europa: R$ 810 mil
Motor:Entre-eixos frontal, V12, 5.999 cc 48V, 661 cv @ 8.250 rpm, 63,1 kgfm @ 6.500 rpm
Transmissão: 6 marchas automatizado/manual, tração traseira
Suspensão: Triângulos duplos, amortecedores magnéticos Peso/material I 1.605 kg/alumínio
Comprimento/largura/altura: 4.710/1.962/1.326 mm
Desempenho: 0 a 100 km/h em 3.35 s, 335 km/h, 6,5 km/l, 411 g CO2/km
Novitec Rosso leva Ferrari 458 Italia aos 609 cv
Para muitos a Ferrari 458 Italia é um dos superesportivos máximos em todos os sentidos, para a Novitec Rosso, ainda tinha o que melhorar. A empresa alemã, especializada na modificação e preparação de Ferraris, criou um kit para o superesportivo topo de linha da marca de Maranello.
O kit oferecido começa pela mudança no 4.5L V8 que originalmente desenvolve 570 cv de potência e com alguns ajustes na alimentação do motor, mapeamento da central eletrônica e um novo sistema de escape de baixo peso, ganhou 39 cv chegando aos 609 cv de potência. O torque também foi modificado e subiu dos 55 kgfm para 58 kgfm com as mudanças.
A suspensão também foi modificada e tem um sistema que permite rebaixar a frente do modelo em 35mm, além de apêndices aerodinâmicos e nova asa e difusor traseiro. Essas alterações, mexeram também com a performance do modelo, que agora pode atingir a velocidade máxima de 330 km/h, 5 km/h a mais que a versão de fábrica. Apesar de não apresentar os números de aceleração, espera se que a 458 Italia Novitec Rosso, seja ligeiramente mais rápida que a versão de fábrica no trecho de 0-100 km/h.
Lamborghini pode produzir quatro novos modelos até 2014
A Lamborghini estaria em ritmo acelerado para colocar no mercado quatro novos modelos até 2014. A fabricante de carros superesportivos estaria sendo pressionada pela Volkswagen, dona da empresa italiana, a aumentar sua participação de mercado e melhorar os rendimentos da empresa, para apoiar o desejo da marca de ser a maior montadora do mundo até 2018.
Para isso, a Lamborghini estaria trabalhando no lançamento do Sesto Elemento, conceito apresentado no Salão de Paris e que teve a produção confirmada em série limitada para os próximos cinco anos. O segundo carro seria a versão roadster do Aventador LP-700 programada para 2012 e um ano depois, a chegada do substituto do Gallardo, que seria chamado de Lamborghini Cabrera.
Fechando o pacote o quarto e último carro seria o Estoque, um coupe de quatro portas, apresentado como conceito durante o Salão de Paris de 2008 e que chegaria para competir com Aston Martin Rapide, Porsche Panamera, Audi A7 e Mercedes-Benz CLS, em um nicho de mercado que tem crescido vertiginosamente. Sua produção já teria teria sido sinalizada positivamente para iniciar em 2014.
Ducati inspira design de barco de corrida
Escrito por José Antonio Leme
A Ducati, além de fãs por todo o mundo, consegue conquistar também negócios e ser inspiração com seu nome e história. A fabricante de barcos Cigarette Racing, apresentou a Cigarette Racing 42x Ducati Edition Boat. A lancha, equipada com dois motores Mercury de 1.100 cv cada, somando a absurda potência de 2.220 cavalos.
Visualmente falando é aí que mora a inspiração Ducati, toda branca, ela conta com linhas vermelhas na lateral. O interior segue o mesmo design, predominantemente branco com detalhes vermelhos. Os assentos foram projetados em acordo com a JL Audio, que projetou o sistema de som baseado na disposição de bancos.
Nova Ferrari FF é exibida no Salão de Genebra
É o primeiro carro da marca a contar com tração nas quatro rodas.
Esportivo deve chegar ao Brasil em outubro, diz importadora.
G1
A Ferrari revelou nesta terça-feira (1º) a nova FF (Ferrari Four), na abertura do Salão de Genebra. Ela é assim chamada por ser a primeira da marca a contar com tração nas quatro rodas.
"É um momento histórico para a Ferrari", diz Montezemolo. O carro conta com o novo motor 6.3 V12, com injeção direta e 660 cv de potência a 8.000 rpm. Com o auxílio da transmissão de dupla embreagem utilizada em competições, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e alcança velocidade máxima de 335 km/h.
No Brasil
Segundo Francisco Longo, diretor da Via Itália, importadora oficial da Ferrari para o Brasil, a nova FF deve chegar ao país em outubro próximo. A estimativa é de vender cinco a seis unidades até dezembro, previsão que se repete para 2012, diz Longo.
Carro se diferencia por ter quatro lugares (Foto: Reuters)
Ferrari FF é levada de helicóptero para teste em montanha; veja vídeo
Duas unidades foram transportadas para circuito em estação de esqui.
Imprensa estrangeira vai testar o superesportivo a 2.530 m de altitude.
G1O superesportivo "família" da marca italiana, com capacidade para quatro passageiros e porta-malas de 450 litros, foi apresentado oficialmente no último Salão de Genebra, em março, e agora será testado em um circuito com neve e gelo por cerca de 200 jornalistas.
(Foto: Reprodução/Ferrari.com)
Lamborghini lança edição especial Bicolore para o Gallardo
Carsale
Carsale - A Lamborghini abriu mão de sua presença na edição deste ano do Salão do Automóvel de Detroit, nos Estados Unidos, para priorizar outros eventos, entre eles o Salão do Catar, que abriu suas portas nesta quarta-feira (26). Lá, a marca do touro apresenta a série especial Bicolore para os modelos Gallardo LP 560-4, com tração nas quatro rodas, e Gallardo LP 550-2, impulsionado pelo eixo traseiro. O primeiro será oferecido para mercados da Europa, Ásia e região do Pacífico, enquanto que o outro, será disponibilizado apenas nos Estados Unidos.
E como o próprio nome já indica, a Bicolore vem com acabamento exclusivo em duas cores e com a parte superior - incluindo teto, colunas, tampa do motor e aerofólio traseiro - sempre em preto (Noctis Black). As opções de tonalidades da carroceria são amarelo (Giallo Midas), laranja (Arancio Borealis), cinza (Grigio Telesto), branco (Bianco Monocerus) e azul (Blu Caelum). O exterior é realçado por rodas de liga leve forjadas, de 15 raios, e pintadas na cor cinza. O conjunto formado pelo spoiler dianteiro e pela moldura da tomada de ar frontal, além do difusor traseiro, também exibem pintura preta com acabamento brilhante. A cabine, por sua vez, traz revestimento de couro Nero Persus, nos painéis internos de porta, assentos e painel.
O contraste exibido do lado de fora também está disponível no interior, com costuras coloridas combinando com as tonalidades externas. O motor que equipa ambos os modelos é o mesmo V10 5.2 litros, aspirado e com injeção direta de combustível. No LP 560-4, o bloco é capaz de entregar 560 cv de potência. A aceleração de 0 (zero) a 100 km/h é feita em 3,7 segundos e a velocidade máxima é de 325 km/h. No LP 550-2, são 550 cv. Para ir da inércia aos 100 km/h são necessários 3,9 s e a máxima foi estabelecida em 320 km/h. Entre os itens opcionais oferecidos para a série estão sistema de navegação via satélite, câmera de vídeo traseira para auxiliar em manobras de estacionamento, freios com discos de compostos de carbono e cerâmica e assentos com aquecimento.
Lamborghini Gallardo ganha série especial Tricolore
Dentre as poucas informações reveladas até o momento, a marca do touro indomável adiantou que a apresentação oficial do Gallardo Tricolore acontecerá no próximo dia 16 de março, em Turim, na Itália. Somente uma imagem que mostra o esportivo de frente foi divulgada pela fábrica. O que se sabe é que, externamente, a série especial será caracterizada pela pintura da carroceria na tonalidade branca e decorada com uma faixa com as cores da Itália (verde, branca e vermelha). Internamente, nota-se que o banco do motorista também possui a faixa decorativa.
Informações técnicas como motorização e dados de desempenho não foram reveladas pela marca italiana. O preço de cada uma das unidades da edição comemorativa é outro segredo. Embora 2011 esteja apenas começando, esta não é a primeira série especial do esportivo Gallardo criada pela Lamborghini este ano. No final do mês de janeiro, durante o Salão do norte-americano de Detroit, a Lamborghini apresentou a edição limitada Bicolore. A série contempla os modelos Gallardo LP 560-4, com tração nas quatro rodas, e Gallardo LP 550-2, impulsionado pelo eixo traseiro. Leia mais aqui.
Alfa Romeo comemora centenário
A Alfa Romeo comemora seu centenário e apresenta um cupê que simboliza a estreita relação da marca com as pistas de corrida, o Zagato TZ3 Corsa, uma das atrações nesse último fim de semana na edição 2010 do Concorso d'Eleganza Villa d'Este, em Cerbobbio (Itália), uma das exposições de clássicos mais importantes do mundo. O carro é feito com estrutura tubular, como nos modelos de competição, mas com fibra de carbono, material leve e resistente. Com apenas 850 quilos, o cupê esportivo de 420 cavalos é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e de passar dos 300 km/h.
Alfa Romeo Giulia vai substituir o 159
Há alguns anos, a Fiat anunciou que a Alfa Romeo teria papel fundamental em sua atuação no mercado norte-americano. Agora, revela os detalhes de um dos modelos com o qual quer fortalecer essa estratégia. O Giulia 2012, substituto do 159, será desenvolvido sobre a plataforma alongada do Giulietta e seguirá o estilo ditado pelo MiTo.A oferta de motores será farta. Ele contará com o 1.4 turbo do Giulietta (de 120 cv ou 170 cv) e o 1.8 emprestado do Brera (com 203 cv). Duas motorizações a diesel também deve ficar disponíveis, uma com 105 cv e outra com 203 cv. Mas o que causa maior expectativa é a possibilidade de a marca adotar uma versão modificada do V6 produzido pela Chrysler Pentastar. O 3.3 seria capaz de liberar 300 cavalos, graças à adoção da tecnologia MultiAir – que garante melhorias na potência e no torque devido a um refinado sistema eletro-hidráulico que controla a admissão da mistura ar-combustível.
De acordo com o site Autoexpress, o modelo terá tração dianteira – a traseira ficou para a próxima geração, contrariando os rumores. Para garantir um comportamento equilibrado, a Alfa vai introduzir um sistema de controle ativo de rolagem, que ajusta automaticamente a regulagem das molas e amortecedores quando o carro entra em curvas.
Fiat 500 Zagato cupê é exposto em Genebra
Compacto ganha cara nova, mas mantém plataforma original
Fotos: Newspress
Apresentado no Salão de Genebra pela Fiat, o novo 500 Zagato é um projeto inspirado no original Zagato cupê, lançado em 1952. Mas sob o capô, a nova versão do compacto conta com um moderníssimo motor TwinAir 900 cc com potência de 105 cv e 15,8 kgfm de torque.
O 500 Zagato foi construído sobre a plataforma do modelo tradicional, conservando as dimensões de 3,55 metros no comprimento, 1,63 metros na largura, 1,49 m na altura e os 2,3 metros de entre-eixos. Apresentado com o chassi amarelo, a edição especial possui ainda detalhes cromados no exterior e vem equipado com pneus 205/40 R17 e rodas de 17 polegadas. Por dentro, o compacto possui acabamento em couro preto e camurça amarela.
Freemont no segundo semestre
Indique
Envie este conteúdo para o e-mail de um amigo!
MotorDream
O anúncio de que o Freemont chegaria ao mercado nacional foi feito pelas duas montadoras no Salão de Genebra. O veículo nasceu a partir de uma ação entre a Fiat e a Chrysler, e é uma versão renovada do Dodge Journey. No entanto, com a entrada do Freemont no país, ele vai ser um dos concorrentes de sua versão anterior, que é comercializada por aqui desde 2008.
O primeiro crossover da marca italiana chega ao território brasileiro com motor 2.4 a gasolina, quatro cilindros e 175 cv de potência. Para agradar o público europeu, a Fiat caprichou nos itens de série do veículo. Com espaço para sete pessoas, o modelo conta com rodas de liga leve de aro 17, três áreas de climatização para ar-condicionado e computador de bordo avançado. No quesito segurança, o Freemont conta airbags, freios ABS e assistência de frenagem. Além de sistemas que ajudam na estabilidade.
Alfa Romeo Spider: cuore sportivo
Um raro exemplar do conversível em homenagem aos 100 anos da marca italiana
Renato Bellote (texto e fotos)
da marca que completa 100 anos
Não há como falar de Alfa Romeo sem que venham à mente sensações de paixão, esportividade e muitos anos de tradição. A marca foi fundada em 1910, na cidade de Milão (Itália). Uma das características principais da empresa nos primeiros anos foi a rotatividade de administradores, algo que se repetiu em diferentes épocas.
De qualquer modo, logo a vertente apimentada se sobressaiu e os carros com temperamento esportivo começaram a se destacar nas tradicionais provas italianas. Em 1920, Giuseppe Campari – que além de piloto era cantor de ópera – se consagrou na pista de Mugello. Naquele mesmo ano, Enzo Ferrari conseguiu a segunda colocação na tradicional Targa Florio. Era o início de uma série de conquistas da escuderia.
Alfa Romeo, bem como os vincos nas laterais
A primeira versão da Spider, com os traços geniais do estúdio Pininfarina, foi lançada em 1966. A Duetto fez sua estreia em grande estilo, no Salão de Genebra daquele ano. O desenho da carroceria também recebe o nome de “osso de sépia”, uma clara alusão ao formato do corpo do molusco, que é encontrado em todos os oceanos.
O modelo também ficou famoso nas telas de cinema. No longa “A primeira noite de um homem”, Dustin Hoffmann aparece em cenas memoráveis a bordo do conversível. Na internet é possível encontrar um clipe com todas as cenas do filme onde o carro marca presença. E são muitas.
O clássico das fotos, ano 1974, já é conhecido como Veloce. Ele pertence ao colecionador Nicolau Fanuele há quatorze anos e recebe tratamento de primeira linha. “Uso somente gasolina Podium e a Alfa só sai da garagem em fins de semana e sem chuva”, revela o dono.
Um dos itens de série mais cobiçados deste carro, assim como outros modelos da marca italiana, é o prazer de dirigir. São veículos feitos simplesmente para alegrar o espírito dos motoristas e proporcionar uma ótima experiência de condução.
E por falar em experiência, a sensorial é a primeira que se nota. O aroma do estofamento de couro é singular. O volante de madeira com três raios está em ótima posição e o “piloto” pode visualizar o conta-giros e velocímetro, além dos manômetros localizados no console central.
Ao girar a chave podemos ouvir o “cuore”, o motor de quatro cilindros, com 1.962 cm³ de cilindrada e 132 cavalos brutos em ação. Uma pisada mais decidida provoca o bloco, que responde com o som clássico dos carburadores duplos Dell Orto trabalhando. Sensacional.
Os números de desempenho ficaram retratados nos testes de época. Os 100 km/h em menos de dez segundos e a velocidade máxima na casa dos 195 km/h, bons números para um veículo cheio de charme e com carisma de sobra.
alavanca de câmbio de fácil alcancem tudo faz parte da tradição
Mas a idéia de pisar fundo pode dar espaço a uma condução mais prazerosa, com tempo para observar os detalhes e sentir a história em movimento. A excelente dirigibilidade é um dos pontos fortes. A alavanca de câmbio está em ótima posição, os engates são macios e o vento nos cabelos deixa as preocupações do dia-a-dia em segundo plano.
A empresa teve uma passagem importante na história da indústria automobilística brasileira. No início da década de 60, o FNM JK esbanjava elegância com estilo e mecânica Alfa Romeo. Na época se tornou o carro mais desejado do mercado.
Na década seguinte, em 1974, o modelo 2300 chegou às lojas. Freios a disco nas quatro rodas, motor com 140 cv brutos, câmbio de cinco marchas e ar-condicionado opcional. Um modelo recheado de qualidades e pronto para um público mais exigente. No início dos anos 90, com a abertura das importações, a Alfa Romeo marcou presença novamente por aqui, representada pelo luxuoso 164.
No mês passado, em comemoração aos cem anos da fábrica, uma festa que envolveu clubes ao redor do mundo e aficionados de modo geral, foi realizada na sede da empresa, em Milão, e também no tradicional evento de Goodwood, na Inglaterra.
“Toda vez que vejo um Alfa Romeo, eu levanto meu chapéu”. A frase, atribuída a Henry Ford e que ninguém afirma ter sido dita, deixa claro que mais do que meios de transporte, a marca produziu automóveis com espírito jovem e linhas eternamente clássicas. Que o digam os milhares de alfistas espalhados pelos quatro cantos do globo.
Ferrari mostra 458 Italia de competição
Nova versão do supercarro vai participar do campeonato Trofeo Pirelli em 2011
Carlos Cristófalo, Argentina Auto Blog
A versão de competição da Ferrari 458 Italia foi apresentada na manhã de hoje em Maranello (Itália), durante o encontro anual de concessionários. O carro vai participar do campeonato monomarca do ano que vem com o motor mesmo V8 de 570 cavalos da versão convencional, mas com câmbio seqüencial de dupla embreagem que recebeu relações de marchas mais curtas e uma calibração esportiva.
Para diminuir o peso, boa parte dos revestimentos do interior foram retirados. Além disso partes da carroceria, como o capô foram feitos de fibra de carbono e as janelas laterais de vidro foram substituídas por outras de plástico transparente. A pacote de modificações ainda conta com rodas de 19 polegadas com cubo rápido e suspensão mais rígida que diminuiu o vão livre do solo em 30 milímetros.
Alfa revela conceito 4C em Genebra
Esportivo pesa menos de 850 kg e tem motor central de 203 cv
Auto Esporte //FOTO: NEWSPRESS
Feito com uma estrutura de fibra de carbono e alumínio, o 4C pesa apenas 850 kg, o que resulta em uma relação peso/potencia de apenas 4kg/cv. Com esse conjunto, o esportivo italiano supera os 250 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos, segundo a Alfa Romeo. O nome “4C” vem exatamente do motor 4 cilindros turbo.
Enfim, o Lamborghini Aventador
LP700-4 é o mais potente da história da marca: traz motor 6.5 V12 com 700 cv
A montadora aposta em um motor 6.5 V12 com nada menos do que 700 cv de potência no Aventador, nome que remete a um famoso touro espanhol da década de 90. O torque é uma verdadeira patada de 70,4 kgfm. Os dados de desempenho surpreendem ainda mais. Segundo a marca, o carro é capaz de chegar aos 100 km/h em incríveis 2,9 segundos e tem velocidade máxima acima dos 350 km/h.
Por fora, o visual chama atenção pela imponência. O para-choque lembra os demais carros da marca, com duas grandes passagens de ar nas pontas. O farol é a novidade, em forma triangular. Na lateral, há enormes entradas de ar para refrigeração do motor.